quarta-feira, 27 de outubro de 2010

RUGBY- PALESTRA COM ATLETA KALVIM SCOTTI

Jogo de RUGBY

imag. do site: http://www.desterrorugby.com.br/esporte.php
 
Com o atleta Kalvim Scotti – Jogador da Seleção Brasileira de Rugby–M23
               Jogador do Desterro Rugby Clube – Florianópolis - SC
Estagiário da Fundação CERTI no Projeto XO da EBIAS
Quando: 20/out/2010
Onde: no auditório da EBIAS – no horário: 8h ás 9:30h
Para as turmas 51 e 71
OBS: A palestra não aconteceu no período vespertino devido à impossibilidade do horário para o palestrante. Sendo assim, os alunos das turmas 53 e 62 pesquisarão sobre o Rugby na internet – nos sites indicados no blog e sugeridos também pelo atleta.

Palestra com Kalvim Scotti e alunos

A palestra faz parte do Projeto Ed Física-Esportes-Natureza que pode ser visualizado no link:
Quanto maior o número de esportes que o aluno conhece, maior as possibilidade para ele perceber o quanto seu tempo de lazer pode ser aproveitado de forma mais criativa.

Ao convidar palestrantes que são atletas dos esportes pesquisados no projeto, tem-se como objetivo oportunizar ao aluno entrar em contato com o atleta mais diretamente. O aluno pode perceber a proximidade entre sua realidade e seu próprio potencial para buscar por esportes que se identifique.
Importante o aluno saber que, independente de se tornar um atleta, ou não - futuramente, pode sentir o prazer de descobrir novas formas de aproveitar seu tempo de lazer – praticando esportes.

Durante a palestra com o atleta Kalvim, os alunos conheceram sobre a origem e história do Rugby, algumas regras gerais e fundamentos do jogo e também visualizar as imagens trazidas.

Reflexão: Como está o incentivo do esporte no Brasil?

Quando os alunos colocam a relevante pergunta sobre quanto um jogador de Rugby recebe de apoio financeiro, Kalvim coloca que apenas as três equipes melhores colocadas do Campeonato Brasileiro de Rugby recebem incentivo da bolsa atleta do governo brasileiro, porém os atletas começam a receber a bolsa somente no segundo ano depois do resultado conquistado, isso acontece devido ao processo burocrático envolvido. Os atletas que já estão na seleção Brasileira de Rugby e que conquistaram bons resultados internacionais, também recebem o incentivo da bolsa atleta pelo governo.

Como o Rugby é um esporte novo em nosso país, há pouco incentivo de patrocínio de empresas. Assim, cada jogador veste sua camisa por paixão ao esporte, sendo que os mesmos se responsabilizam com todas as suas despesas e também com a manutenção do time.


Assim, vale a pergunta: Quando um país que sediará as Olimpíadas em 2016 começará a incentivar - com condições reais - o envolvimento do maior número possível de jovens nos esportes?

Ver mais sobre o esporte e palestra no link: 


profª Carin, Kalvim

A palestra aconteceu de forma bem interativa dos alunos com o palestrante, que participaram com suas perguntas e colocações bem pertinentes sobre o esporte.

Trazer um atleta que se mostra apaixonado pelo esporte que pratica, para contribuir com o conhecimento dos alunos sobre a importância da prática de esportes é muito significativo -  o objetivo principal do projeto se tornou realidade ao perceber que no final da palestra 20 alunos se mostraram interessados em jogar Rugby: sendo 10 meninos e 10 meninas!

O atleta Kalvim Scotti deixou uma importante mensagem ao colocar que mesmo sem receber nenhuma ajuda financeira para jogar Rugby, sua prática e dedicação ao esporte valem pela sua paixão ao jogar Rugby, pelos amigos que fez na equipe e nas competições tanto no Brasil como com jogadores de outros países, e pelos lugares que conheceu através do esporte.

Os alunos foram convidados para assistirem à etapa do Circuito Brasileiro de Sevens em Florianópolis, com:
data:   29/01/2011 à 30/01/2011
em Florianópolis - Local ainda não confirmado

PERGUNTAS DOS ALUNOS sobre o RUGBY / Respostas de Kalvim Scotti
  1. Como se joga Rugby?
R. Rugby é um esporte que se joga tanto com as mãos quanto com os pés. O jogador só pode jogar se estiver em pé. A linha de impedimento é a linha da bola, portanto o jogador atacante somente deve participar de uma jogada caso entre em jogo a partir de uma posição anterior ao carregador da bola. O passe tem que ser sempre para o lado ou para trás. O chute pode ser para frente, mas o jogador que for pegar a bola deverá sair detrás da linha do chutador. O objetivo do jogo é passar a linha de fundo do adversário, que é a area de pontuação, e apoiar a bola  no chão. Também é possível pontuar realizando um chute passando por cima da trave em “H”. O jogador pode correr com a bola sem qualquer impedimento. O jogador em defesa pode derrubar somente o portador da bola.
Veja no link: http://www.desterrorugby.com.br/esporte.php

Imagem do site: http://www.desterrorugby.com.br/esporte.php
  2. Se o jogador estiver em pé e se agachar, pode ganhar ponto; ou precisa se jogar para ganhar ponto?
R. o jogador para pontuar precisa estar segurando a bola e encostá-la no chão, sendo na área de pontos ou na linha de fundo – independente de estar agachado ou se jogar.
  1. Que falta é marcada se o jogador empurrar alguém do outro time?
R. Essa é uma infração grave, portanto resultará em um pênalt. Para derrubar o oponente deverá agarrá-lo e ir para o chão com ele.
  1. Qual é a formação de saída de bola?
R. A saída de bola é dada por um chute do meio de campo para o time adversário.
  1. Com quantos anos pode-se começar a jogar Rugby?
R. Na Europa – principalmente na França e Inglaterra começa-se a jogar Rugby desde 5 anos, sendo que se aprende na maioria das escolas – pois o Rugby tem um importante fator de estimular o jogo em equipe, a coragem e superação de limites.
No Brasil se começa a jogar Rugby mais tarde, isso porque o esporte ainda não é tão conhecido no País. Mas no Brasil existe muitos clubes com categorias infantis, com crianças de 8 anos jogando rugby. Hoje a maior parte dos nossos atletas estão começando a jogar entr 13 e 15 anos.
A Seleção Brasileira compõem-se da:
- Equipe principal
- a Equipe M23 (composta por jogadores menores de 23 anos de idade)
- a Equipe M19 (composta de jogadores menores de 19 anos de idade)
- e a Equipe feminina
  1. Há equipamentos de proteção para jogar Rugby?
R. Sim: capacete de almofada especial para proteção das orelhas, ombreras e protetor bucal.
  1. Quando e onde sua equipe treina?
R. Nas 3ª e 5ª feiras às 18:45hs e aos sábados pela manhã, na Lagoa da Conceição
  1. O que você paga para jogar Rugby?
R. A mensalidade do Clube, o deslocamento para os treinos e as despesas para os jogos e competições.
  1. Já aconteceu algum acidente grave que causasse a morte de algum jogador durante uma partida de Rugby?
R. Não que eu saiba. Mas acontecem lesões sim durante os jogos, pois há muito contato. As lesões maiores são principalmente de joelho.
  1. Qual é o nome de seu time? Desde quando você joga Kalvim?
R. Equipe do Desterro – Florianópolis e Seleção Brasileira de Rugby M23
Jogo desde 2005.
  1. Você já saiu do Brasil para jogar?
R. Fui 2 vezes para o Uruguai
  1. Você acha fácil de jogar Rugby?
R. Não. Como todo esporte precisa de muito treino e dedicação
  1. Mulheres praticam o Rugby?
R. sim, como viram nas imagens que trouxe, há equipes femininas de Rugby no Brasil
  1. Quantas pessoas podem jogar em cada jogo?
R. são 15 jogadores para cada equipe, podendo haver substituições.
  1. Há equipes mistas, de homens e mulheres na mesma equipe?
R. Não
  1. Por que nunca vi Rugby na TV?
R. No Brasil nos canais abertos de TV talvez não passam muitos jogos de Rugby, mas nos canais pagos de TV passam geralmente um ou dois jogos por semana de Rugby.
  1. Qual a equipe conquistou maior número de vitória em campeonatos?
R. Acredito que seja a Inglaterra, onde iniciou o esporte.
  1. O Rugby já é bastante praticado no Brasil?
R. O esporte começou crescer mais nesses três últimos anos no Brasil, mas há várias equipes no país. Em Florianópolis temos 4 equipes: A do Desterro – que eu jogo, equipe da UFSC , equipe do Costão Norte e a equipe do Joaca.
  1. O que significa Rugby?
R. Rugby é o nome de uma cidade da Inglaterra, onde o esporte começou.
  1. Quanto um atleta ganha hoje financeiramente para jogar Rugby?
R. Geralmente as despesas são pagas pelos próprios atletas. Mas as 3 melhores equipes da Seleção Brasileira de Rugby podem ganhar a Bolsa Atleta do Governo Federal.
  1. O Rugby é parecido com o Futebol Americano?
R. Sim, pois o Futebol Americano veio do Rugby. Se parecem principalmente pelo contato físico, mas com regras e fundamentos diferentes.
  1. Kalvim, é sempre você que tem o objetivo de pegar a bola?
R. Sim, pela posição que ocupo na equipe, mas se eu estiver longe da jogada ou indisponível, outro jogador pode pegar a bola sem problemas.
  1. Quantas faltas um jogador pode ter num mesmo jogo?
R. No 2º penalt seguido o jogador pode ganhar cartão amarelo e fica 10 minutos fora do jogo. Mas isso vai depender de cada juiz, pois cada um tem a sua interpretação. No segundo cartão amarelo o jogador é expulso
  1. Como você se sente quando joga Rugby? R. Me sinto muito bem, porque eu amo muito jogar rugby. As coisas com mais satisfações que fazemos são as que amamos.


Veja mais nos sites:
Com certeza Kalvim, seu comprometimento, entusiasmo e paixão pelo esporte motivou e despertou muitos alunos. Foi merecido o forte aplauso que deles recebeste!
Agradeço muito sua relevante participação e colaboração ao projeto!
Desejo, junto aos alunos:  sucesso – e muitos jogos e vitórias a você e seu time!
Torçamos todos para que o Rugby, assim como todos os esportes, tenham maior incentivo  e acesso a todos no Brasil!

Um grande abraço, 
Carin Perske




sexta-feira, 8 de outubro de 2010

PROJETO MEIO-AMBIENTE-NATUREZA - AÇÕES

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 HORA DO CONTO - CULTURA INDÍGENA
1ª e 2ª séries da EBIAS
O Projeto Meio-Ambiente-Natureza vem acontecendo desde o 2º trimestre deste ano e acontece com a interdisciplinaridade entre Ed. Física e o Laboratório de Ciências com as professoras, respectivamente, Carin Perske e Dinara Castilhos.

A contextualização do projeto e seus objetivos pode ser visualizada no link deste blog:
http://ef-carin.blogspot.com/2010/08/projeto-meio-ambiente-natureza.html
Nesta ação da Hora do Conto que descrevemos houve a interdisciplinaridade entre Ed. Fisica-professora Carin, Laboratório de Ciências-professora Dinara, Sala Informatizada e Projeto XO-laptop da EBIAS - com as professoras Angela, Celma e Elizângela.



Cultura Indígena:
Ao trazer a cultura indígena oportunizamos uma ampliação de linguagens, um reconhecimento da origem das culturas, aprendendo a respeitar as diferenças e a valorizar o que cada povo acrescenta de bom ao nosso povo brasileiro.
A cultura indígena permite reforçar o convívio em harmonia entre homem e seu meio-ambiente, entre homem inserido como parte da natureza.
Ao som de tambor, chocalho, e canção cantada com as crianças - aconteceu em setembro-deste ano, na Sala de Artes da EBIAs a hora do conto para os alunos de 1ª e 2ª séries, nos períodos matutino e vespertino.
A professora Celma contextualizou a história do índio, a invasão portuguesa no Brasil e na ilha de Florianópolis e a exclusão dos índios de sua terra. A professora contextualizou aspectos da cultura, da música - cantando com as crianças uma canção indígena.
A professora Dinara iniciou contextualizando principalmente a  preservação ambiental do nosso bairro, das praias da ilha de Florianópolis, vindo para a necessidade de cuidarmos do meio-ambiente de nossa escola -do bosque que temos, começando por nós dentro da escola os cuidados com a natureza.
As professoras Angela e Elizângela apresentaram um vídeo sobre cultura indígena, que abordou aspectos da alimentação, da arte e da cultura.
Durante a apresentação do vídeo as crianças receberam uma pintura de rosto relacionada a pintura indígena, com lápis de cor aquarelável.
A professora Carin - Ed. Física introduziu as brincadeiras indígenas como a corrida do tronco-ou toras,  cipó na árvore, arco-flecha, pescaria, barco a remo. A hora do conto encerrou com uma dança indígena  em roda, dirigindo-se para o pátio e bosque da escola para observarmos se há respeito em relação ao meio-ambiente com a relação de onde é jogado o lixo.

Agradecemos a participação da professora de História Maria Gorethe com seu depoimento sobre o índio na  atualidade e a missigenação dos povos no Brasil. Agradecemos a Auxiliar de Ensino Sabrina pelo apoio na Hora do Conto. E às professoras Angela, Celma e Elizângela pela relevante colaboração à ação do projeto. 


Agradecem:
professoras Carin e Dinara

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Dançar

                    Dançar como se fôssemos a própria dança, como se não houvesse nada mais. E ao mesmo tempo não perder a noção de quem somos enquanto dançamos, do que sentimos quando os movimentos tomam contam de nosso ser. Ser a dança e ao mesmo tempo nos sentir dentro dela. Saber que ao mesmo tempo que dançamos, sentimos as reações dentro de nós.
PERSKE, Carin (2003)

Prefácio de Maurice Béjart

                                                                                                                                                        

Prefácio de Maurice Béjart

     "Ao anoitecer, terminando o dia, a aldeia se reúne na praça, (...). As pessoas passam, se olham, cumprimentam-se, sorriem, somem, voltam, vão sentar-se. Um pequeno muro de pedra, um banco, uma cadeira, na frente de um dos cafés o parapeito da fonte. A noite cai (é rápido o pôr-do-sol noleste).Silêncio. Os homens começam a conversar. Então, quase sempre após um certo lapso de tempo, o tom se eleva: discussões, brigas -  - ninguém está de acordo – incompreensão. Certas noites, a desordem é generalizada, violenta e sem razão. Quando, no dia seguinte, se pergunta o que houve, respondem: “Trocamos palavras, nos desentendemos!”
     São da mesma raça, do mesmo meio social, da mesma idade... e as palavras têm, para cada um, uma significação diferente. As mesmas palavras, Mito de Babel!
     Em outras noites o silêncio se prolonga. Depois um se levanta e dança, depois um outro, um terceiro. Os outros olham, mas seus olhos afirmam sua união profunda, sua participação total. A dança continua até tarde da noite, os dançarinos se revezam de tempos em tempos e, quando todos finalmente voltam para casa, a unidade permanece, a alegria é genuína e o repouso, completo. A palavra divide. A dança é união. União do homem com seu próximo. União indivíduo com a realidade cósmica.
     A dança é um rito: um ritual sagrado, ritual social. Encontramos na dança essa dupla significação que está na origem de toda atividade humana" .
( GARAUDY, R.  - Dançar a Vida, 1980)

Receita de Dança de Salão

                                                                                                                                                          
Receita de Dança de Salão
* Autor desconhecido
        Coloque:
 a malandragem do samba no pé
o romantismo do bolero
  o samba de gafieira 
 embale tudo com o gingado carioca
Depois  misture tudo
 acrescente o aconchego do forró com o calor da salsa

Agora misture todos os ritmos, as sensações, os sentimentos e a dança...
E o resultado - não teremos palavras para explicar!

Dança Cênica na Escola

                                                                                                                                    

 Este é um espaço para discussão sobre a dança cênica na escola, onde muitas vezes aparece esquecida enquanto seu conceito e  suas especificidades.
Conceituar a Dança é como tentar encontrar um conceito único para a Ed. Física. São anos de discussão e os conceitos estão incompletos - sendo por se tratarem de áreas que envolvem vários aspectos do ser humano - tanto em relação ao corpo, como sua relação com seu contexto histórico e social e, principalmente, pelas questões de corpo e arte estarem em constante transformação.
Dança Cênica apresentada no final do ano-tema: PAZ
Antes de qualquer conceito
a Dança é uma Arte!
E, como toda arte - merece ser estudada dentro deste contexto, deve ser traballhada com seriedade. O professor de dança deve ter a base de conhecimentos necessários para trabalhar a Dança:
história da dança 
“pensamentos”(estilos) de dança
figurino                                         
 estrutura da aula de dança (diagonais,aulas de centro e chão, barra) 
bases cênicas
  organização de frases e composição coreográfica
                                                                                                    
Entram também as especificidades que aparecem na Ed Física, 
sendo algumas como:  
desenvolvimento e movimento humano
  a diferença entre o “se movimentar” e o “movimentar-se”
  o corpo e suas expressões
... além da anatomia humana, bases da fisiologia, da antropologia, da psicologia...e outras específicas da área.
A Dança na Ed. Física
A dança aparece na Ed. Fisica como conteúdo das diferentes linguagens.

A Dança é uma Arte e  deve ser entendida e planejada como Arte. 
O MOVIMENTO COPIADO xO MOVIMENTO ENCONTRADO:

Relevante que todo professor que se dispõem a trabalhar com a dança, deve antes relembrar que o movimento humano deve ser entendido como uma manifestação do Ser, do Sujeito.
Por assim, precisa-se pensar se estamos apenas reproduzindo - copiando “o sistema”. Se neste momento que “copiamos”, o aluno consegue encontrar “seu movimento”, sua forma de expressar seu entendimento de mundo, ou se ele copia e ignora com isso o autoconhecimento de sua forma de expressão?
É preciso propor situações na Dança em que a criança encontre o movimento.
Assim, ao introduzir a Dança no planejamento é relevante que o professor se faça algumas perguntas:
1.    *Quando a criança apenas copia um movimento, ela se encontra com seu “próprio movimento”, ou ela se afasta?
2.     
*Como posso construir um vocabulário de dança com a criança partindo do que ela traz como “vivência” de movimento, de expressões corporais, de história de corpo?

Há inúmeras possibilidades de propor situações e atividades em que a criança possa – a partir de seu vocabulário de movimento, encontrar situações para uma ampliação de suas expressões para a formação de frases coreográficas mais “complexas”. E logo, seguir com a improvisação coreográfica.
Por assim dizer - fica difícil entender quando um professor se coloca para construir “uma dancinha”- inserindo ele mesmo alguns “passinhos de dança copiados” e montando uma frase coreográfica sem base e contextualização cênica e artística.
Veja mais em breve neste blog:
Sugestão de momentos de aula de dança na escola – e bibliografias (aguarde as respectivas postagens)

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Projeto Dança de Salão-EBIAS

                                                                                                                                            
Onde: na escola EBIAS - Fln -SC

Objetivo:
O Projeto de Dança de Salão faz parte do planejamento da Ed. Física -prof.ra Carin Perske do último trimestre de 2010, sendo para a 7ª série da Turma 71.

A dança de salão prorporciona o desenvolvimento de vários aspectos do ser humano como um todo:
Permite maior autoconhecimento e socialização
desenvolve as capacidades:
equilíbrio          raciocínio                  memorização
atenção                             lateralidade
noção espaciotemporal                                                                                ritmo

Neste trimestre temos o objetivo de vivenciar dois ritmos de dança: o forró e o samba sendo estes, ritmos brasileiros - presentes nos eventos de dança de salão em Florianópolis.

Além de vivenciar os movimentos básicos para inciciantes na dança de salão, os alunos estarão também pesquisando e discutindo sobre as especificidades de cada ritmo, bem como sua contextualização.
Veja mais nos links da pg Dança Salão do blog